CNCG-PM celebra 33 anos de atuação na integração das Polícias Militares do país
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Há 33 anos, o Brasil consolidou um espaço em que a liderança das Polícias Militares ultrapassa fronteiras geográficas e se transforma em união institucional. Em 12 de fevereiro de 1993, nascia o Conselho Nacional de Comandantes-Gerais (CNCG-PM), reunindo, em um mesmo propósito, os Comandantes-Gerais das Polícias Militares do Brasil.
Sediado em Brasília (DF), o Conselho representa mais do que um colegiado formal. Ele simboliza o encontro de experiências, histórias e responsabilidades que se entrelaçam na condução de instituições centenárias, presentes em todos os cantos do país e essenciais à preservação da ordem, da legalidade e da paz social.
Ao longo de mais de três décadas, o CNCG-PM tornou-se um espaço permanente de diálogo e cooperação, onde diferentes realidades operacionais se encontram para construir soluções conjuntas. Em um país de dimensões continentais, a união dos Comandantes-Gerais fortalece a atuação das Polícias Militares, promove o alinhamento institucional e reafirma o papel estratégico dessas corporações na segurança pública brasileira.
As Polícias Militares, com sua capilaridade, história e proximidade com a sociedade, sustentam diariamente a missão de proteger vidas e garantir a tranquilidade social. No CNCG-
PM, essa missão ganha voz coletiva, permitindo que decisões, reflexões e diretrizes sejam construídas a partir da soma de lideranças comprometidas com o presente e atentas ao futuro.
Para o presidente do CNCG e Comandante-Geral da PMMS, Renato dos Anjos Garnes, a força do Conselho está na unidade construída entre os comandos. “O CNCG-PM expressa a união das Polícias Militares do Brasil. É nesse espaço que os Comandantes-Gerais compartilham experiências, fortalecem laços institucionais e constroem, de forma conjunta, caminhos para o aprimoramento da segurança pública em todo o país”, afirmou.
Ao celebrar seus 33 anos, o Conselho Nacional de Comandantes-Gerais reafirma seu papel como instância de integração e liderança, mantendo viva a convicção de que a união entre os Comandantes-Gerais fortalece as Polícias Militares e, consequentemente, reforça a segurança e a confiança da sociedade brasileira.


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